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Covid-19 é desafio e oportunidade para o ensino de português na diáspora

Por João Vicente
Sol Português

Passaram-se oito meses desde que a pandemia de Covid-19 deflagrou por todo o mundo, incluindo o Canadá, levando os governos a tomarem medidas inéditas para tentar travar o seu avanço o que transformou radicalmente as actividades do dia-a-dia.

Desde o primeiro momento que temos sondado figuras públicas, entidades políticas e empresariais, e autoridades médicas sobre a situação e a forma como esta tem vindo a evoluir.

Dado que as escolas foram imediatamente encerradas e só em Setembro voltaram a reabrir, continuando ainda com várias restrições, o jornal Sol Português procurou determinar junto das instituições relevantes a forma como também o ensino do português foi afectado na Área da Grande Toronto e nas regiões circundantes.

Segundo a Coordenação do Ensino Português no Estrangeiro (CEPE), existem no Canadá 20 direcções escolares que dão aulas de português, 12 escolas comunitárias espalhadas pelo país e semelhante número de universidades, perfazendo 35 localidades onde se pode aprender a língua de Camões.

A pandemia veio encerrar o ano escolar 2019/20 precocemente também nas escolas comunitárias e o início do ciclo 2020/21 começou em muitas com algum atraso, entre incertezas várias, mas neste momento, apesar da situação continuar a evoluir, todas estas instituições de ensino – quer as oficiais quer as de ensino comunitário – têm os seus programas estabilizados e novas formas de levar a língua lusa até junto dos seus alunos.

Na escola do First Portuguese Canadian Cultural Centre (FPCCC) as aulas eram, em grande parte, leccionadas nas escolas católicas locais, mediante licenças que, face ao surto de Covid-19, vieram a ser revogadas pela Direcção Escolar Católica de Toronto (TCDSB, na sigla em inglês).

Segundo a presidente do FPCCC, Carina Paradela, embora se esperasse que essa revogação fosse retirada até ao final de Novembro, a evolução da segunda vaga da pandemia parece indicar que tão cedo isso não virá a acontecer.

Apesar disso, a organização adaptou-se e passou a dar aulas a três turmas nas próprias instalações do First – como esta instituição é, simples e carinhosamente, conhecida – no horário das 9h00 às 12h00 de sábado.

E a resposta pode dizer-se que foi boa pois como nos revela, apesar de terem números limitados devido às normas de segurança, apenas lhes restam duas vagas numa aula e uma noutra.

"Não há muito mais que possamos fazer este ano e não queríamos parar, obviamente", diz-nos Carina Paradela, que explica que as aulas são apenas presenciais e não há intenção de oferecer ensino virtual por não haver interesse da parte dos pais.

Até porque, como refere, "há pais que não estão dispostos a pagar por uma aula online o mesmo valor que por uma aula presencial".

No entanto, não põe de parte reavaliar a situação, caso surja interesse.

O First dá aulas a crianças dos quatro aos 18 anos de idade – embora este ano lectivo os alunos matriculados não passem dos 15 anos – e à altura da nossa entrevista a turma dos mais pequenitos (4 - 6 anos) tinha 14 das 15 vagas preenchidas, a das idades intermédias (7 - 9 anos) tinha as 15 vagas preenchidas, e a dos mais velhos (10 - 15 anos) contava com sete alunos.

Pouco depois da nossa conversa, porém, registaram-se algumas alterações, com a directora da escola, Celina de Melo, que se encontrava em situação de dispensa temporária (layoff), a apresentar a sua demissão na terceira semana de Novembro.

Entretanto uma mãe com três filhos – um em cada aula – desistiu, segundo Carina Paradela entende, porque a distância que agora tem de percorrer é maior do que quando as aulas tinham lugar na escola que ficava perto de onde vivem, o que tornou este compromisso semanal incomportável.

Saiu também uma outra criança de idade intermédia – situação que Carina pensa seja temporária – antecipando-se ao novo período de confinamento entretanto decretado.

Apesar de tudo, e em termos gerais, Carina Paradela considera que a adaptação às novas circunstâncias foi mais fácil do que estavam à espera, em parte porque as crianças já vinham habituadas às regras em torno da Covid-19, que têm de cumprir também na escola diária, e porque tendo também aulas de inglês têm "a sorte descomunal" de ter uma separação muito grande de salas, em que cada uma é separada e independente.

"No nosso escritório já tínhamos uma barreira de separação em vidro […], temos entradas separadas" e a seu ver tudo isso acabou por facilitar esta "adaptação muito grande" a toda uma série de coisas "que nunca na vida fizemos nem pensávamos que íamos ter de fazer".

Fechada desde Março devido à pandemia, a Escola Portuguesa Novos Horizontes (EPNH), que dá aulas na Casa do Alentejo de Toronto, reabriu para o novo ano lectivo logo no primeiro sábado de Setembro, mas, segundo a professora Maria José Chaves, com uma redução acentuado no número de alunos.

A escola perdeu quase metade dos estudantes que tinha no ano anterior, o que supõe se deva em parte ao receio de alguns pais terem os filhos no ensino presencial, mas também a uma alteração na situação financeira de alguns lares.

"Não sei se neste momento os pais estão a trabalhar, algumas pessoas perderam o emprego... – pronto, tudo mudou", refere, passando a adiantar a título de exemplo que na pré-primária tinham habitualmente cerca de 18 a 20 crianças e este ano têm apenas quatro.

"Só estamos abertos mesmo [com o intuito de] manter o espaço, para as pessoas não se esquecerem que nós existimos, mas tem sido um sacrifício, é lógico", embora adiante em tom mais esperançoso que "os números estão a aumentar".

Esse aumento é algo que julga ter a ver com a oferta de aulas de português através da Internet e da crescente capacidade das pessoas lidarem com o receio e a incerteza desta situação, além de já terem experiência com o ensino online através das direcções escolares, o que terá levado ao aparecimento de mais alguns alunos em Novembro.

Maria José, que também ensina na TCDSB, teve oportunidade de se familiarizar com o ensino à distância pois leccionou durante o Verão nesses moldes, pelo que a EPNH oferece a possibilidade dos alunos terem aulas presenciais e à distância.

Questionada sobre se acha que esta situação poderá ter trazido algo de positivo à EPNH, cita "a aprendizagem que temos tido como professoras, como seres humanos", e adianta que "temos dado o nosso melhor para cativar os miúdos [e] inspirar confiança aos pais" face ao que "é uma maneira nova de ensinar" já que tudo isto é um processo novo, é tudo uma aprendizagem, até para os miúdos, para os pais [e] para nós".

Quanto à possibilidade da escola à distância se vir a tornar uma opção apelativa no período pós-pandemia, acha que é uma opção que tem mais "pernas para andar" neste momento, devido ao receio de alguns pais em mandarem os filhos para a escola.

Embora não ponha de parte que a conveniência possa vir a pesar numa decisão futura, conta que a tendência seja para voltar ao normal (ensino presencial), embora ache cedo para prever para que lado irá pender a balança quando a situação estiver resolvida.

Também a Escola Portuguesa Fernando Pessoa (EPFP), sedeada no Centro Cultural Português de Mississauga (CCPM), cessou a sua actividade com as crianças em Março e até voltar a reabrir em Outubro, para o novo ano lectivo, procurou utilizar esses meses de forma construtiva.

"Durante o período do confinamento testámos as nossas metodologias com os adultos", esclareceu a professora Isabel Alves, indicando que estas aulas continuaram a decorrer uma vez que os adultos "são um bocadinho mais tolerantes e é um bocadinho mais fácil a adaptação" do que para as crianças.

A EPFP voltou ao activo em Outubro, também com menos alunos e só com aulas virtuais pois, como explica, "a nossa escola não está preparada para todas as restrições em termos de materiais nem de funcionários para termos aulas em presença" e mesmo que viesse a ser possível, não se sabia até que ponto é que os pais e alunos iriam querer ter aulas presenciais.

Como salienta, ensinam alunos que frequentam 10 escolas diferentes e seria indesejável que a escola de português se tornasse num ponto de contágio para todas as outras.

Entretanto, e para além de não haver recursos nem pessoal para acomodar o formato de aulas híbridas (que conjugam alunos em regime presencial e online), é ainda preferível no ensino de uma língua que tanto os alunos como as instrutoras tenham a boca destapada, para visualizarem os movimentos ao pronunciarem as palavras, pelo que considera que as aulas virtuais permitem prosseguir com o ensino e evitar todo um rol de questões problemáticas.

Quanto à forma como o ensino decorre, parte da aula é em tempo real, com os alunos a assistirem e a participarem através de vídeo, "e depois temos também tarefas e jogos – actividades mais dinâmicas – para os alunos fazerem durante a semana", explica.

"O tempo de aula foi reduzido e nós aproveitámos a oportunidade para dividir os diferentes níveis que temos na sala de aula – o ano passado tínhamos três níveis diferentes dentro duma sala e agora temos três aulas de 30 minutos para esses três níveis", elucida, acrescentando que "a duração das aulas tem a ver também com a idade dos alunos, [sendo que] os mais novos têm 30 minutos e os mais velhos conseguem aguentar mais tempo [por isso] têm uma hora de aula".

Por ter tido experiência com ensino à distância em Portugal, mas utilizando ferramentas complexas e pagas que as condições locais em escolas comunitárias não permitem usar, Isabel Alves considera que a implementação do novo sistema foi muito difícil.

"Basicamente tivemos de começar do zero [e] a oferta é tanta no mercado que tivemos de fazer uma escolha das ferramentas que vamos usar", esclarece.

Além disso houve "a curva de aprendizagem, de como criar conteúdo usando essas ferramentas e implementá-las da melhor maneira na sala de aula", que considera ter sido "a parte mais complicada", especialmente para a sua colega que apesar de ter mais de duas décadas de experiência na sala de aula, não tinha estas bases técnicas e teve de as adquirir num curto espaço de tempo.

Como ressalva, "é como aprender a ensinar de novo".

Foi uma transição que os instrutores integrados nas direcções escolares que coordenam o ensino diário também tiveram de enfrentar e onde se verificaram paralelos na redução do número de alunos de português, tanto na TCDSB como na TDSB (sigla em inglês da Direcção Escolar de Toronto).

Contactada pelo jornal Sol Português, a TCDSB – onde as aulas de português são bastante mais numerosas e estão integradas no horário normal de ensino – limitou-se a emitir um comunicado.

Segundo este refere, "as aulas integradas continuam a ser oferecidas por meio de ensino presencial [nas escolas] Papa Francisco, D'Arcy McGee, Santo António, São Francisco de Assis, Santa Helena, Santa Maria dos Anjos, São Mateus, São Sebastião e Stella Maris", além de continuarem "a oferecer o Programa [...] de Português virtualmente após o horário [regular], nas escolas Todos os Santos e São Pio X".

Contudo, a missiva refere também que "devido à pandemia e a algumas famílias optarem pelo ensino virtual, houve algumas reduções nas matrículas do programa [de português] nessas escolas".

Por seu turno, a TDSB incumbiu o porta-voz e director central Norberto Costa de nos conceder uma entrevista, durante a qual abordámos algumas das dificuldades e desafios inerentes à adaptação a um novo sistema de ensino face às limitações impostas pela pandemia.

Norberto Costa começou por realçar que de nove turmas de português que no ano lectivo anterior tinham aulas depois do horário normal da escola ou aos sábados, passaram este ano para quatro, no mesmo horário, mas de forma virtual, referindo ainda que houve um processo de aprendizagem por parte dos instrutores para que isso se tornasse possível – algo que nunca tinha acontecido antes.

Segundo indicou, qualquer aluno no Ontário se pode inscrever nas aulas virtuais de português da TDSB, quer estejam matriculados no sistema de ensino público ou católico, em Toronto, Otava ou em qualquer outra localidade na província.

Se os números justificarem, a TDSB está disposta a criar outras turmas para acomodar mais estudantes e nesse caso poderá até separá-los por anos, em vez de conjugar alunos de vários níveis nas mesmas aulas.

Entretanto, e segundo salientou, após cerca de três anos de esforços a TDSB passou este ano a oferecer um programa de português aos sábados para a obtenção de um crédito académico a nível do ensino secundário.

Com base na aderência dos pais portugueses a estes programas, Norberto Costa acha possível que o programa de ensino de português se venha a expandir no próximo ano lectivo, enquanto que neste momento se estuda a possibilidade de continuar com aulas virtuais no futuro assim como a oferta alargada aos alunos de toda a província, de forma gratuita.

Isto porque, como refere, são necessários 23 alunos na mesma escola para criar uma turma presencial, enquanto que online se podem conjugar alunos de escolas diferentes, estejam onde estiverem, em turmas virtuais.

Pelo menos numa coisa tanto as escolas contactadas como o representante da TDSB são unânimes: a CEPE Canadá tem sido um valioso parceiro nesta experiência inédita.

No caso do First, Carina Paradela diz-nos que "houve muitas reuniões sobre o que nós estávamos a fazer, perguntas sobre se precisávamos de apoio", mas "nós é que simplesmente não precisámos porque, felizmente, conseguimos organizar tudo".

No caso da EPNH, Maria José Chaves salienta que se realizaram várias sessões de formação online desde Março – "bastantes, até", sublinha – acrescentando que "também nos deram muita informação sobre recursos e tudo isso" e "continuam a dar".

"Estou ligada à Direcção Escolar e ao executivo do Sindicato de Professores de Línguas Internacionais da Direcção Escolar Católica e posso dizer que nós somos a única língua que tem todos os recursos possíveis e imaginários – temos tudo, não nos falta nada; tanto online como presencialmente", ressalva ainda Maria José Chaves, que acrescenta terem também "livros espectaculares que nos são dados pelo Instituto Camões" e que "nenhuma outra língua tem isso, os livros que eles têm são os livros que foram feitos aqui há 30 anos atrás; estão completamente ultrapassados".

Também Isabel Alves, da EPFP considera que "o Instituto Camões foi fantástico na maneira como reagiu, nomeadamente o José Pedro [Ferreira], o coordenador do ensino português no Canadá", destacando que "assim que houve o confinamento começámos a ter reuniões online no sentido de saber qual era o ponto da situação das diferentes escolas [...], saber o que as escolas estavam a fazer, e houve uma grande partilha de que ferramentas as diferentes escolas estavam a usar".

Desde as regras de etiqueta nas aulas virtuais até ao que ensinar durante a aula propriamente dita e o que é apropriado para trabalhos de casa, passando pela sugestão de plataformas e outras temáticas, Isabel Alves considera que houve muita informação útil transmitida pelo Instituto Camões e pela CEPE Canadá.

Acredita também que o modelo de aulas virtuais em paralelo com as presenciais poderá vir a implantar-se daqui para a frente, pois a pandemia obrigou muita gente a mudar de localidade e até de província, e regista que no seu caso tem no activo da escola alunos que se mudaram para Georgetown e para Vancouver.

Contudo, é da opinião que para os mais pequenitos as aulas presenciais irão continuar a ser um importante primeiro passo, quando terminarem as restrições impostas para travar a pandemia.

Entretanto a CEPE Canadá organizou um webinar (seminário online) em colaboração com a EPFP e o CCPM, que irá decorrer no dia 5 de Dezembro, e durante o qual Isabel Alves irá partilhar informações com outros professores e escolas sobre as ferramentas digitais que usam na Escola Fernando Pessoa (tinyurl.com/webinpt) para permitirem o ensino virtual.

Em respostas por escrito que foram editadas e abreviadas para se coadunarem com o formato deste artigo, o coordenador do Ensino Português, José Pedro Ferreira, começa por destacar que "se a pandemia nos afastou fisicamente dos edifícios escolares, as ferramentas digitais vieram aproximar-nos mais a todos, professores, CEPE e parceiros educativos no Canadá".

Quanto aos aspectos mais difíceis na adaptação inicial à situação de pandemia, José Pedro Ferreira destaca que "a rapidez da mudança para o ensino digital foi muito inesperada" e "levantou ansiedades generalizadas em toda a comunidade escolar", mas considera que "a colaboração profissional e o acompanhamento institucional permanente ajudaram a combater" estas dificuldades.

"As escolas públicas, comunitárias e o Camões I.P./CEPE trabalharam em conjunto para poder proporcionar formação aos professores e opções de ensino à distância às famílias: foram organizadas sessões de formação sobre ferramentas digitais, os manuais oferecidos às escolas incluíam acesso a recursos online que foram expandidos, com a organização e partilha de bases de dados com outros materiais para o ensino, foram diagnosticadas necessidades para oferecer mais acções de formação, lançou-se o mapa interactivo para divulgar o ensino de português e encorajou-se a colaboração e a partilha de recursos entre os docentes", refere.

A seu ver, "ambos os formatos, presencial e à distância, apresentam vantagens e desvantagens para as escolas públicas e comunitárias dos diferentes níveis de ensino" por isso considera possível que venhamos a conviver "com ambos depois da pandemia" uma vez que "quer as escolas, quer as famílias [...] estão a encontrar aspectos positivos da situação".

Como destaca ainda, "se no presencial a distância podia ser um obstáculo, há famílias que vêem no digital uma oportunidade de inscrever os seus filhos nas aulas de português e os pais podem acompanhar mais de perto o ensino das crianças, por exemplo".

Desta forma, "também as escolas recebem novos alunos oriundos não apenas da sua área de funcionamento, podem afinar a composição das turmas por nível de língua ou de ensino [e] podem acomodar novos horários de aulas".

Isto significa que "a comunidade escolar redimensiona-se, a escola fica mais acessível, as possibilidades de aprender alargam-se, de certo modo", ainda que "numa realidade nova que não deixa de apresentar desafios".

O coordenador do Ensino Português no Canadá tem ainda uma saudação especial aos pais, alunos e docentes de português.

"Desejo muita saúde e resiliência, no momento que atravessamos, às várias comunidades portuguesas e de língua portuguesa espalhadas pelo Canadá. Envio em especial um abraço amigo de coragem aos alunos, às famílias e aos professores que estão inscritos em aulas de português por todo o Canadá, com o apoio do Camões I.P./CEPE. Juntos vamos "dar a volta" às dificuldades deste ano escolar", afirma confiante.

Por fim, "aos pais de crianças em idade escolar deixo a sugestão para, neste Natal, oferecerem como prenda às crianças a inscrição numa aula de português numa das escolas públicas ou comunitárias" sendo outra opção "um livro digital em português".

Como destaca, "o sítio do Plano Nacional de Leitura (Plano Nacional de Leitura (pnl2027.gov.pt/np4/livrosdigitais.html) tem várias opções, para várias idades e níveis, entre elas, por exemplo, uma boa colecção de livros para leitura inclusiva da DRE do Governo da Região Autónoma da Madeira. Boas aulas e boas leituras!", conclui.

Entretanto, convém salientar que embora as aulas de português já estejam a decorrer, todas as escolas continuam a aceitar alunos e no caso da EPNH, da EPFP e da TDSB as aulas podem ser ministradas à distância, pelo que a localização geográfica não é impedimento.

Deixamos aqui os contactos das escolas portuguesas para os interessados em matricular os filhos ou obter mais informações:

• First Portuguese: telefone 416-531-9971 ou e-mail fpccc@firstportuguese.com;

• EPNH: telefone 647-717-5351 ou e-mail cecilia.fernandes@hotmail.com;

• EPFP: telefone 905-286-1311 ou e-mail info@epfernandopessoa.com

Podem também visitar o portal ileprograms.ca para acederem a informação sobre o programa de português da TDSB, podendo matricular-se em tinyurl.com/tdsbpt1 e esclarecer dúvidas através do e-mail coned@tdsb.on.ca.

A página de Facebook do CEPE Canadá está online em facebook.com/Camoestoronto, o mapa interactivo de todas as escolas e universidades que dão aulas de português, tal como os seus horários, pode ser consultado em tinyurl.com/y5yeecqg e o portal do CEPE Canadá, onde também podem encontrar vários outros recursos, está acessível em cepe-canada.org.


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