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Berta Nunes destaca políticas destinadas a atrair pessoas que querem regressar a Portugal para estudar e trabalhar

Por Luís Aparício

Sol Português

No decurso duma conferência de imprensa conjunta da secretária de Estado das Comunidades Portuguesas e da Fundação AEP/Rede Global da Diáspora, incluída no programa de visita ao Canadá que decorreu no início deste mês, Berta Nunes defendeu que Portugal é hoje um país europeu moderno e seguro para viver, com boas oportunidades para as pessoas poderem investir, bem como para estudar e trabalhar.

"Não é por acaso que somos um destino de turismo de qualidade, com muitos prémios", relembrou, "mas somos também um país que está a passar uma fase de ser um país de emigração para ser um país de imigração" que "precisa que as pessoas voltem a Portugal", principalmente os mais jovens.

Nesse sentido, falou do Programa Nacional de Apoio ao Investimento da Diáspora (PNAID), tutelado pelo Ministério dos Negócios Estrangeiros e pelo Ministério da Coesão Territorial, que visa reforçar o apoio ao regresso de portugueses e luso-descendentes.

O programa permite também apoiar o investimento da Diáspora em Portugal, contribuir para a fixação de pessoas e empresas nos territórios do interior e para o seu desenvolvimento económico, fazer das comunidades portuguesas um factor de promoção da internacionalização de Portugal e de diversificação de mercados da economia portuguesa.

Convidou todos os interessados a participarem nos Encontros PNAID que irão decorrer em Fátima de 9 a 11 de Dezembro, co-organizados pela Câmara Municipal de Ourém e a Comunidade Intermunicipal do Médio Tejo em parceria com a Comissão de Coordenação e Desenvolvimento Regional do Centro.

A secretária de Estado das Comunidades destacou ainda duas medidas importantes para ajudar os que tiveram de sair do país e desejam voltar, nomeadamente o programa "Regressar" e uma iniciativa que estipula uma quota de sete por cento para emigrantes e luso-descendentes no acesso ao Ensino Superior, "um incentivo adicional para que os nossos jovens possam voltar para estudar em Portugal", realçou.

O Programa Regressar envolve todas as áreas governativas e inclui medidas concretas, incluindo um regime fiscal mais favorável para quem regressa, apoio financeiro para os emigrantes ou familiares de emigrantes que venham trabalhar para Portugal, e uma linha de crédito para apoiar o investimento empresarial e a criação de novas empresas em território nacional, entre outras.

Rede Global da Diáspora

Presente na conferência de imprensa realizada sexta-feira (5) no Consulado-Geral de Portugal em Toronto, Paulo Dinis, director executivo da Fundação AEP, detalhou o trabalho que foi feito durante o périplo no Canadá, que "permitiu contactar com uma realidade particularmente diversa" e perceber a complexidade do tecido empresarial.

A Fundação AEP esteve no Canadá de 1 a 5 de Novembro, onde promoveu, em Montreal, Toronto e Mississauga, encontros internacionais de negócios e lançou a plataforma Rede Global da Diáspora neste país, numa parceria com a Federação de Empresários e Profissionais Luso-Canadianos.

A visita juntou mais de centena e meia de empresários luso-canadianos com o objectivo de dar a conhecer o potencial da Rede Global da Diáspora e de alavancar os negócios entre ambos os países.

Segundo Paulo Dinis, "todos se preocuparam, em primeiro lugar, em pedir informações sobre o que podem fazer para contribuir para o desenvolvimento de Portugal".

Dada a importância das ferramentas digitais nos dias de hoje, quer para a comunicação, quer também para a apresentação de soluções de negócios, a Fundação AEP vai lançar em Dezembro um portal destinado aos negócios da diáspora portuguesa.

A Rede Global da Diáspora é um projecto da Fundação AEP que, em 2019, assinou um protocolo de colaboração com o Ministério dos Negócios Estrangeiros para a implementação desta rede social colaborativa que procura estreitar a ligação entre as empresas nacionais e a Diáspora.

A rede tem como principal missão promover a marca Portugal internacionalmente e ajudar as Pequenas e Médias Empresas (PME) nacionais a aumentar as suas exportações, estimulando a colaboração das comunidades portuguesas espalhadas pelo mundo.

No final da visita da missão empresarial ao Canadá, a Fundação AEP "percebeu a necessidade de aperfeiçoar a informação", no que diz respeito à realidade da indústria portuguesa, uma realidade que é desconhecida no Canadá, salientou o seu representante

Para melhorar a comunicação e a colaboração comercial entre os países, está prevista para 2022 a deslocação de um grupo de empresários luso-canadianos a Portugal.

Medalha de Mérito das Comunidades atribuída a três portugueses radicados no Canadá

Secretária de Estado das Comunidades Portuguesas, Berta Nunes, condecorou os homenageados em cerimónia realizada no Consulado-Geral de Portugal em Toronto

Por Luís Aparício

Sol Português

A presidente do Centro Comunitário da Casa dos Poveiros de Toronto, Linda Correia, o antigo conselheiro das Comunidades, João Martins Dias, e o empresário José Botelho foram distinguidos com a Medalha de Mérito das Comunidades Portuguesas no grau de Ouro, como testemunho de apreço e reconhecimento pelo trabalho desenvolvido em prol da comunidade portuguesa no Canadá.

Os três portugueses, há muito radicados na Área da Grande Toronto (AGT), receberam a insígnia das mãos da secretária de Estado das Comunidades Portuguesas, Berta Nunes, que presidiu à cerimónia realizada na passada sexta-feira (5) no Consulado-Geral de Portugal, imediatamente após a abertura oficial da exposição de pintura "Expressions", na Galeria Almada Negreiros, que ali se situa.

A secretária de Estado das Comunidades esteve de visita oficial ao Canadá entre os dias 2 e 7 de Novembro, com uma agenda de trabalho que incluiu vários encontros com dirigentes comunitários portugueses e políticos luso-canadianos, e incluiu visitas aos postos consulares portugueses bem como um roteiro com passagem pelas cidades de Winnipeg (Manitoba), Otava, Kingston e Toronto (Ontário).

Deolinda Maria Duarte Correia, mais conhecida por Linda Correia, admitiu que não estava à espera desta distinção, dizendo-se uma pessoa mais habituada "a dar e não a receber".

No Canadá desde 1987, além da sua participação activa no movimento associativo português, tem um percurso de envolvimento em diferentes organizações de caridade e de colaboração com numerosos eventos de solidariedade e de angariação de fundos, tendo ainda recebido o prémio de Excelência do governo do Ontário.

Por sua vez, o ex-conselheiro das Comunidades, João Martins Dias foi parco nas palavras, mas disse estar "muito contente por esta ocasião".

Com uma ligação a este país que remonta a 1971, quando primeiro chegou a Montreal, no Quebeque,
e de onde se mudou pouco depois para Oakville, no Ontário, João Dias foi conselheiro das Comunidades Portuguesas entre 1996 e 2003, e um dos co-fundadores da Luso Canadian Charitable Society (LCCS), onde exerce o cargo de tesoureiro.

Para além de membro da Comissão de Presidentes dos Clubes, a qual deu mais tarde origem à actual Aliança dos Clubes e Associações Portuguesas do Ontário (ACAPO), foi agraciado em 2003 com a medalha de ouro do Jubileu da Rainha Isabel II.

O terceiro homenageado, José António Gomes Botelho, está em Toronto desde 1985 onde, além da faceta de empresário de sucesso, se tornou também um membro activo da comunidade portuguesa desde 2000, tendo apoiado a edificação do Centro Cultural Português de Mississauga e liderado a construção do Centro de Apoio da LCCS, em Hamilton.

Desde 2004 tem exercido funções como director da LCCS em Toronto e Peel, e desde 2008 de presidente da LCCS em Hamilton, tendo em 2011 recebido o reconhecimento de mérito empresarial da Federação de Empresários e Profissionais Luso-Canadianos.

Na hora de agradecer a distinção concedida pelo governo da República Portuguesa, que lhe foi conferida pela secretária de Estado das Comunidades Portuguesas, José Botelho fez questão de salientar o apoio da família e dos que com ele trabalham.

Ensino da língua portuguesa:

Instituto Camões e Direcção Escolar Católica de Toronto assinaram Adenda ao Memorando de Entendimento

Por Luís Aparício

Sol Português

No âmbito da visita oficial da secretária de Estado das Comunidades Portuguesas ao Canadá, Berta Nunes, o vogal do Conselho Directivo do Instituto Camões, João Neves, e o vice-director de Educação da Direcção Escolar Distrital Católica de Toronto, Adrian Della Mora, assinaram a 4.ª Adenda ao Memorando de Entendimento através do qual, desde 2016, as duas entidades cooperam na oferta do ensino da língua portuguesa em escolas católicas na região de Toronto.

No que constitui o maior dos sete programas de cooperação que o Camões, I.P. tem protocolados com Direcções Escolares em várias províncias do Canadá, 13 escolas do ensino básico e secundário de Toronto oferecem ensino da língua portuguesa em contexto curricular e extra-curricular, criando oportunidade não só para que crianças portuguesas e luso-descendentes aprendam português como língua de herança, mas também como língua de comunicação internacional numa iniciativa dirigida a todos os alunos que frequentam as escolas abrangidas pelo programa.

João Neves disse tratar-se de um programa de grande importância para o Instituto Camões e para o governo português, "pelo investimento que representa naquilo que é a aposta que fazemos no ensino do português no Canadá, mas também porque esta rede escolar – a rede das escolas católicas – é aquela que também a nossa comunidade portuguesa escolhe maioritariamente para colocar os seus filhos a estudar".

O representante do Instituto Camões sublinhou também que, se por um lado "os jovens têm a oportunidade de fortalecer os seus laços com a herança cultural e linguística", por outro lado, "é muito importante saber que através deste programa também conseguimos chegar a alunos não portugueses que aprendem o português como língua internacional".

O responsável reconheceu ainda o empenho do governo português em reforçar a colaboração com as Direcções escolares no Canadá, de forma a garantir o acesso à língua, mas também no apoio dado aos professores e aos alunos através de "material e acções de formação".

Na mesma sessão, realizada na Casa do Alentejo em Toronto, domingo (7), foi assinado um protocolo de cooperação entre o Camões, I.P. e o First Portuguese Canadian Cultural Centre, representado por Aurianne Fazendeiro, vice-presidente, organização que, como escola associada do Camões, I.P., recebe apoios a nível de materiais didácticos e bibliográficos, formação de docentes e certificação da aprendizagens dos alunos.

Seguiu-se da entrega de Diplomas de Certificação aos oito melhores alunos de português das Escolas Públicas e Comunitárias da província do Ontário.

José Pedro Ferreira, coordenador do Ensino de Português no Canadá, esclareceu que devido à pandemia de Covid-19, a entrega dos certificados era referente aos exames de certificação realizados em 2019/2020.

Entretanto Marisol Ribeiro, representante da Caixa Geral de Depósitos em Toronto, entidade parceira da iniciativa, premiou o aluno com melhor desempenho.

Após um encontro com a comunicação social luso-canadiana na companhia de João da Câmara, embaixador de Portugal em Otava, a secretária de Estado das Comunidades Portuguesas, Berta Nunes, participou num almoço com a comunidade em Toronto durante o qual foi prestada homenagem a 11 professores de português das escolas públicas e comunitárias no Canadá.

A iniciativa da entrega de diplomas de reconhecimento a professores que dedicaram parte da sua vida a manter viva a língua e a cultura lusa no Canadá foi elogiada por João Neves, do Instituto Camões.

Na sua avaliação, "o que a secretária de Estado quis fazer com este gesto simbólico foi reconhecer a importância que esses professores tiveram e têm no futuro, para que nós continuemos a ter programas de língua portuguesa", concluiu.

Exposição de pintura "Expressions" revela talentos de portadores de deficiência

Cerimónia de inauguração decorreu na presença da secretária de Estado das Comunidades Portuguesas, Berta Nunes, e vai ficar patente ao público no Consulado-Geral de Portugal em Toronto

Por Luís Aparício

Sol Português

A comunidade portuguesa já pode admirar a exposição de pintura "Expressions" (Expressões), que pretende mostrar o talento latente entre portadores de deficiência que frequentam os três centros de apoio da organização caritativa Luso Canadian Charitable Society (LCCS).

A exposição, composta por um total de 24 quadros da autoria de 11 utentes da LCCS, incluindo vários luso-descendentes, foi inaugurada na passada sexta-feira (5) na presença da secretária de Estado das Comunidades Portuguesas, Berta Nunes.

De visita oficial ao Canadá, Berta Nunes mostrou-se satisfeita por presenciar "um evento desta qualidade e sensibilidade social", como destacou, que permite ao público ver a qualidade artística das obras e compreender melhor a forma como os utentes daquela instituição sem fins lucrativos se conseguem exprimir e mostrar a forma como beneficiam dos programas de apoio disponibilizadas por aquela organização lusa.

A secretária de Estado das Comunidades, que tinha também em agenda uma visita ao Centro de Acolhimento e Acompanhamento de Toronto para pessoas com necessidades especiais da LCCS no domingo (7), louvou igualmente o trabalho dos responsáveis pela instituição para prestarem apoio às famílias dos utentes.

Esta foi a primeira vez que os utentes fizeram uma exposição fora dos centros de apoio da LCCS, o que para o presidente da organização, Jack Prazeres, é importante pois permite mostrar o "excelente trabalho que eles [utentes] fazem e que a maior parte do público desconhece".

Organizada pela LCCS e pelo Consulado-Geral de Portugal em Toronto, a exposição de arte vai estar patente na Galeria Almada Negreiros até, pelo menos, ao final do ano.

O cônsul-geral de Portugal nesta cidade, José Manuel Carneiro Mendes, sublinhou na sua mensagem que se trata se uma mostra que "reflecte a resiliência e as forças dinâmicas sociais da comunidade portuguesa em Toronto empenhada na sua afirmação, mesmo quando, como é o caso, apresenta as suas fragilidades".

As obras de arte, algumas já vendidas, são de autoria de Angela Bogus, Paul de Melo, Marlene Estêvão, Joshua Fernandes, Jason Ferreira, Travis Heck, Seth Ioannou, Matthew LeClair, Andrew Lyell, Walter Mateus e Steven Morais.

Constituida em 2002 por um grupo de empresários da comunidade portuguesa de Toronto, a LCCS é uma organização comunitária de apoio a portadores de deficiências físicas e/ou de desenvolvimento, e às respectivas famílias.

Tem actualmente três centros de apoio em funcionamento, ao serviço das comunidades de Toronto, Hamilton e Peel, e antes da pandemia tinha cerca de 200 utentes diários, sendo a maioria portugueses e luso-descendentes.

Medalha para presidente, Diploma de Mérito para Casa da Madeira de Toronto

Por Luís Aparício

Sol Português

O actual presidente da Direcção da Casa da Madeira de Toronto, José Luís Bettencourt, foi distinguido com a Medalha de Mérito das Comunidades (Grau Ouro) pelo trabalho que tem feito em prol da comunidade portuguesa, em particular ao serviço da colectividade madeirense.

A insígnia foi-lhe entregue pela secretária de Estado
das Comunidades Portuguesas, Berta Nunes, que se deslocou ao local para estar com a comunidade, um encontro ao final da tarde de domingo (7) que encerrou o programa de seis dias de visita ao Canadá.

A secretária de Estado das Comunidades havia já agraciado três outras personalidades da comunidade portuguesa com a Medalha de Mérito, no decorrer doutro evento realizado no Consulado de Portugal em Toronto na sexta-feira (5).

Além duma participação activa nas actividades da Casa da Madeira de Toronto e de (...)
um papel de relevo no projecto Parque Madeira, Luís Bettencourt regista também um histórico na organização de eventos destinados à angariação de fundos para ajudar instituições de beneficência e particulares com necessidades.

Visivelmente emocionado, o homenageado indicou partilhar a distinção com os voluntários e todos os que continuam a ajudar a Casa da Madeira de Toronto a ser um espaço de orgulho e de celebração das tradições madeirenses, salientou.

A secretária de Estado entregou ainda o Diploma de Mérito das Comunidades Portuguesas à Casa da Madeira, em reconhecimento pelo que esta instituição, fundada em 1963, tem feito em prol da comunidade lusa.

José Rodrigues, conselheiro das Comunidades Madeirenses no Canadá, aproveitou a presença de Berta Nunes para lhe transmitir algumas das preocupações que "são transversais à comunidade portuguesa", solicitando-lhe que as faça chegar ao governo português "para que tome as necessárias medidas e as políticas de acordo com as nossas comunidades".

Além de afirmar que seria importante a Assembleia da República legislar no sentido de permitir o alargamento do número de deputados pelo círculo da emigração, para "maior representatividade das comunidades da diáspora portuguesa", José Rodrigues defendeu a importância de promover melhoramentos à cobertura do programa Regressar nas Regiões Autónomas, em particular dos auxílios previstos na Medida de Apoio ao Regresso de Emigrantes a Portugal, sem prejuízo da Autonomia Regional.

O conselheiro das Comunidades Madeirenses referiu a necessidade também, entre outras medidas, de mais programas de apoio em diversas áreas, nomeadamente no âmbito social, e de informação atempada sobre as oportunidades de investimento no país.

Pediu também que o governo português, em articulação com o governo do Canadá e o Canadian Labour Congress, ajude a encontrar uma resolução para a legalização dos milhares de portugueses indocumentados neste país, e o reforço dos serviços consulares com vista à prestação de "um serviço de proximidade e qualidade a toda a comunidade".

Em resposta, Berta Nunes deu explicação a alguns dos temas abordados, garantindo que os responsáveis governativos estão atentos e empenhados em encontrar soluções para melhor servir as comunidades portuguesas.

A secretária de Estado das Comunidades apelou também aos portugueses inscritos nos cadernos eleitorais no estrangeiro para que votem nas eleições legislativas antecipadas, marcadas para 30 de Janeiro, pois, como salientou, assim fortalecem a sua voz e representatividade.


Deputado Paulo Porto visitou comunidades em Toronto e London

No balanço da visita de quatro dias ao Canadá, o deputado do PS pelo Círculo da Emigração de Fora da Europa disse ter encontrado uma comunidade luso-canadiana fortalecida e participativa, e reconheceu a importância do associativismo

Por Luís Aparício

Sol Português

De volta ao Canadá, o deputado Paulo Porto Fernandes disse ter encontrado uma comunidade portuguesa muito coesa e participativa, e mostrou-se feliz por ver que o movimento associativo português está novamente a retomar as suas actividades, após um período difícil vivido durante a pandemia.

Trata-se, como referiu, de um motivo de esperança para o futuro e que reforça a importância do associativismo na comunidade.

Conhecedor das diferentes realidades da Diáspora nos países que tem visitado, o deputado diz ter observado também com satisfação que os luso-descendentes no Canadá são muito participativos e têm um amor por Portugal que por vezes os que residem em território nacional desconhecem e não compreendem.

Durante a visita de quatro dias, que decorreu de 5 a 8 de Novembro, o deputado da Assembleia da República Portuguesa centrou a sua atenção nas cidades de Toronto e London, no Ontário.

No decorrer desses dias visitou várias empresas e clubes e associações portuguesas locais, além de participar num jantar com a secção do PS Toronto e de se encontrar com elementos das comunidades portuguesas destas cidades e empresários luso-canadianos.

Esta visita de Paulo Porto Fernandes, depois de em Março de 2020 ter estado na região de Toronto e nas cidades de Nova Iorque, Newark e Dallas, nos Estados Unidos – um contacto directo com as comunidades portuguesas da América do Norte para melhor compreender as suas realidades – coincidiu em parte com o programa de visita ao país da secretária de Estado das Comunidades Portuguesas, Berta Nunes, que decorreu de 2 a 7 de Novembro.


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