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Mais uma jornada de confraternização e convívio Os melhores "sinais" de uma relação duradoura entre BMO e Portugueses
Por Fernando Cruz Gomes e António Perinú Sol Português
Um Banco só atinge o verdadeiro auge da sua existência, quando consegue estreitar os laços com os clientes. Quando entende que está a descobrir as melhores formas de pôr ao serviço dos clientes os melhores serviços ao mais baixo custo. Se olharmos para o que nos dizem os representantes do BMO, é o que está a acontecer na comunidade luso-canadiana, até há pouco servida pelo Milenium bcp, que entretanto foi adquirido _ na sua versão do Canadá _ por aquela instituição financeira de tantos pergaminhos. Sucedem-se, por isso, as jornadas de estreitamento de relações, para um ainda melhor conhecimento. E hoje pode bem afirmar-se que o Banco de Montreal está a cumprir a missão que antes competia ao banco português. Mais do que isso, está a dar-lhe mais "cor" e maior "dimensão", tendo em atenção até os meios que por cá têm. Há dias, houve mais uma jornada de confraternização e convívio. À cerca de um ano após a aquisição do (então) BCP Millenium, o BMO Bank of Montreal abriu, mais uma vez, as suas portas para uma jornada de confraternização com clientes. Foram vários os clientes convidados, palavras de amizade e trocas de impressões. Uma tentativa de maior criatividade na aproximação do Banco aos problemas reais da comunidade, como acontece com todos os bancos, sim, mas neste caso ainda com mais realidade, dadas as relações de ontem e de hoje com a Comunidade Portuguesa. | ||||||||
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Todos sabiam ao que vinham Eram muitos os empregados superiores daquele Banco, a conviver com os colegas daquela zona de Toronto e daquelas agências (até aqui do bcp). Todos sabiam ao que vinham, e todos aproveitaram para conhecer melhor a nossa gente. Greg Wong, por exemplo, dizia-nos estar satisfeito "até por conhecer colegas que até ali nem conhecia a não ser às vezes, pelo telefone". No fundo, como dizia Heather Grand, Directora de Gestão para os Mercados Especiais, e que tem estado à frente das agências que faziam parte daquele grupo de origem portuguesa, pretende-se agradecer "a todos quantos escolheram o BMO para as suas necessidades financeiras". Desde logo, a certeza de que se sente satisfeita com isso, e que "tudo fará para se manter comprometida em assegurar que essas necessidades sejam satisfeitas, hoje, amanhã e sempre", como reafirmou. Uma reunião de convívio que seria também para fazer a apresentação de alguns dos elementos, que fazem parte do grupo que mais trabalha com as empresas comerciais da comunidade. Por isso a presença de Bob Bissett, um vice-presidente para as áreas comerciais da chamada Grande Divisão de Toronto. | ||||||||
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Velhos e novos clientes Formalmente, Heather Grand foi atirando o seu "Welcome... News and olds clients". Disse entender esta jornada como se se tratasse de um "customer appreciation day". Reconheceu que é importante fazer negócios e procurar soluções de problemas, mesmo de acordo com tradições peculiares. E ao citar muitos dos elementos ali presentes, que transitaram do outro banco, disse entender que "estamos cada vez mais apetrechados para continuar a servir". Entende que todos já conhecem melhor a forma de trabalhar e as necessidades da clientela das agências do BMO, nas zonas tradicionalmente de grande densidade populacional portuguesa e "tudo faremos para continuar a conhecer ainda melhor o conjunto dos nossos clientes, bem como as suas necessidades em termos financeiros". Bob Bissett haveria, por sua vez, de dizer que "a actividade comercial é a sua paixão" e disse entender que "há bons sinais de que haveremos de continuar juntos por muitos e bons anos". Para ele, "estamos a viver tempos encorajadores, com sinais de interesse de parte a parte". "Estamos _ hoje como ontem e como amanhã _ open for business", até porque "no BMO os clientes são... a "job" n.º1" | ||||||||
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Lu Amaral satisfeita Para Lu Amaral, Directora para o sector de Retalho, a certeza de que "tudo foi feito para que o serviço personalizado continuasse a ser levado a cabo", até porque "todos os empregados que anteriormente faziam parte do BCP estiveram a ser treinados para melhor servir". De resto, lembra que tiveram até um "esforço extra", na medida em que, "quase ao mesmo tempo em que eram treinados, continuavam a fazer o seu serviço normal, ao balcão ou no serviço do dia-a-dia". Lu Amaral, que esteve presente praticamente desde sempre, disse mesmo que "temos um... great team". Não deixa de nos dizer que "até pensava que poderia ser pior", mas a adaptação à nova gente e à nova maneira de lidar acabaria por ser fácil. O que nem é de estranhar "porque a nossa gente é simpática e sabe colaborar" | ||||||||
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Muitos clientes do BMO Bank of Montreal estiveram presentes. Houve oportunidade de estabelecer novos contactos, quer com o pessoal dirigente do BMO, quer até com outros clientes da mesma instituição bancária. Vimos pessoas ligadas a diversas actividades locais, como Armindo Silva, Ramiro Dias, Carlos Teixeira, Jack Prazeres, António Fernandes e Odete e Jorge Amaral. De resto, deveria sair a Odete Amaral o primeiro sorteio de uma prenda do Banco. No fundo, como fez questão de realçar Heather Grand, o encontro de confraternização era, afinal, um "customer appreciation day" que, decerto e segundo disse, "vai ser repetido noutras ocasiões". E, ao ver entre os presentes, muitas faces familiares, asseverou que o BMO vai continuar a avançar na procura de novas soluções para as necessidades financeiras dos clientes. | ||||||||
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